
A Petrobras e o Ibama chegaram a um acordo nesta terça-feira (12) sobre a data para realização da Avaliação Pré-Operacional (APO), último teste a ser realizado antes da liberação para pesquisa de petróleo na bacia da Foz do Amazonas na margem equatorial brasileira.
A data combinada entre os dois órgãos foi dia 24 de agosto, mas essa data pode mudar a depender dos preparativos dos dois órgãos para o teste, considerado uma espécie de simulado da perfuração do poço.
O teste deve consistir primeiro em uma simulação de vazamento de petróleo, que deve durar de três a quatro dias.
O governo tem pressa e espera que a licença saia o quanto antes. O Ibama, até agora, na visão do governo, usa a estratégia reversa: atrasar o processo ao máximo justamente para tornar a licença inviável politicamente, conforme a COP30 de Belém se aproxima.
O governo entende ainda que a Petrobras já atendeu todos os pedidos do Ibama e que o atraso é "político", segundo uma fonte graduada.
Um dos que mais pressionam pela exploração, o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil - AP), comemorou o acordo: "Recebi com grande alegria, nesta terça-feira (12), a notícia sobre o avanço nas etapas para a pesquisa exploratória de petróleo na Margem Equatorial. Foi definida a realização de um exercício de simulação, com duração estimada de três a quatro dias, para testar a capacidade de resposta das equipes. A data para a avaliação pré-operacional provavelmente será no próximo dia 24, a depender da avaliação dos técnicos do Ibama e da Petrobras".
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