
A partir desta 2ª feira (1º.set.2025), o implante hormonal Implanon passou a ter cobertura obrigatória pelos planos de saúde.
A decisão segue determinação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
O dispositivo também foi recentemente aprovado para oferta no SUS, com previsão de distribuição ainda em 2025.
O Implanon custa entre R$ 2.000 e R$ 4.000 na rede privada.
A cobertura é válida para pessoas entre 18 e 49 anos, com indicação para prevenção de gravidez não planejada.
Segundo o Ministério da Saúde, o método se destaca pela longa duração e alta taxa de eficácia.
O implante atua por até três anos após a aplicação.
Trata-se de um pequeno bastão flexível com liberação contínua de etonogestrel, hormônio derivado da progesterona.
É inserido sob a pele do braço por um profissional, com anestesia local.
O hormônio age inibindo a ovulação e dificultando o acesso dos espermatozoides ao útero.
Não é indicado para gestantes ou mulheres com suspeita de gravidez.
Também é contraindicado para pessoas com histórico de trombose, doenças graves no fígado ou câncer hormonal.
Outras restrições incluem sangramentos vaginais sem causa definida e alergia à fórmula.
Os efeitos colaterais mais relatados são acne, dores de cabeça, alterações menstruais e ganho de peso.
Algumas usuárias também relatam desconforto nas mamas e infecções vaginais.
A inclusão do método na lista obrigatória amplia o acesso a alternativas contraceptivas de longo prazo.
A expectativa é de que a nova regra estimule o uso consciente e planejado de métodos contraceptivos.
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